No cenário industrial atual, onde eficiência e precisão são imperativos, o software da qualidade tornou-se um aliado indispensável. Permite garantir a conformidade, otimiza processos e auxilia a tomada de decisão baseada em dados reais. Para manter a sua eficácia, é essencial que o software acompanhe a evolução tecnológica.
Neste artigo, destacamos a importância e os benefícios de manter o software de controlo da qualidade atualizado. Exploramos a forma de prevenir ameaças de operar com versões obsoletas e como as atualizações devem ser encaradas como uma estratégia de inovação e crescimento.
Conteúdos abordados
O papel do software da qualidade na indústria
O software da qualidade é uma ferramenta central na transformação digital da indústria. As empresas que utilizam softwares para controlo da qualidade conseguem melhorar os seus resultados, garantir maior segurança e conformidade das operações, manter compatibilidade com outros sistemas e estar protegidos contra ameaças cibernéticas.
É possível usufruir do verdadeiro potencial de um software da qualidade, quando está atualizado, acompanha as evoluções tecnológicas e requisitos legais.
Benefícios de manter o software atualizado

A atualização do software da qualidade deve ser vista como uma tarefa recorrente e como parte integrante de uma estratégia de inovação. Desta forma é possível beneficiar de:
– Acesso a funcionalidades avançadas: com base na necessidade de dar resposta a normas legais, normas da qualidade e experiência do cliente.
– Maior segurança: versões mais atualizadas podem reforçar a proteção do sistema.
– Integração com tecnologias modernas: um software atualizado permite melhor conectividade a sistemas, como ERP e IoT, e melhora fluxo de trabalho.
– Otimização de Recursos: funcionalidades otimizadas aumentam a produtividade das equipas e reduzem desperdícios.
Consequências de operar com o software desatualizado

Operar com versões obsoletas do software da qualidade pode comprometer a eficiência, a segurança e até mesmo a reputação da sua empresa. Tenha em conta que a a certa altura pode ter de lidar com:
– Problemas de desempenho, por não comportar o aumento do volume de dados pode levar a lentidão e falhas frequentes que comprometem a operação.
– Aumento de vulnerabilidades do sistema que podem levar bloqueios de utilização do sistema, perda de dados ou desafios em recuperação de informações em caso de ciberataques à empresa.
– Custos ocultos com tempo e equipas, criados pela necessidade de resolver problemas gerados por falhas, incompatibilidades ou falta de conformidade.
– Suporte ao cliente limitado levando a maiores dificuldades para oferecer assistência eficiente, tornar a resolução de problemas mais demorada e menos precisa.
– Perda de competitividade. Manter um software desatualizado pode levar a atrasos em relação a concorrentes que investem em inovação, tornando-se menos ágeis e menos adaptáveis aos requisitos do mercado.
Como pode o Responsável da Qualidade justificar a atualização do software?
Por vezes parece ser um desafio da equipa da qualidade justificar o investimento em implementações e atualizações em sistemas da qualidade, embora os custos possam parecer elevados, na verdade, podem representar uma poupança significativa ao eliminar despesas ocultas na sua empresa.
Manter o software da qualidade atualizado é um investimento estratégico que requer uma abordagem bem planeada. O que deve considerar para apoiar na decisão?
1) Acesso à inovação tecnológica torna a empresa mais competitiva
As versões mais recentes de software introduzem funcionalidades inovadoras que além de otimizar os processos existentes, criam oportunidades de negócio. Empresas que acompanham a evolução são mais ágeis, destacando-se da concorrência.
2) Relação dos Custos evitados x Custos pagos
As atualizações permitem antecipar falhas, evitar penalizações por não conformidade e melhorar a proteção de dados em caso de ciberataques. Estes são riscos, que quando não mitigados, podem resultar em perdas superiores à de atualizar o software. Antes de cada atualização, analise as melhorias oferecidas e o impacto económico que elas podem ter nos seus processos. Funcionalidades avançadas, maior segurança e otimização de tarefas são exemplos de benefícios que justificam o investimento.
3) Pondere a implementação por etapas, e priorize atualizações críticas
Priorize atualizações que impactam diretamente com a segurança, com a conformidade regulamentar ou a eficiência operacional. Estas são as mais urgentes e oferecem retorno imediato.
4) Ter um fornecedor que apoie a implementação
Considere um fornecedor de software que acompanhe o processo de implementação, agende reuniões periódicas e dê formação aos colaboradores. Isso permite estar informado e incluir o custo das atualizações no orçamento da empresa, evitando surpresas financeiras.
5) Considere o suporte pós-atualização
Escolha um fornecedor que ofereça suporte robusto após a atualização e garanta que o sistema funciona da melhor forma.
O compromisso ACCEPT: atualização contínua
O ACCEPT está comprometido em oferecer soluções inovadoras e atualizações regulares para o seu software da qualidade. Cada nova versão é projetada para atender às necessidades dos nossos clientes, incorporar tecnologias emergentes e garantir a conformidade de processos.
As atualizações do software ACCEPT incluem melhorias de desempenho e novas funcionalidades, garantindo que ajudamos os nossos clientes a manterem-se competitivos e preparados para os desafios de um mercado em constante evolução.
Conclusão
Atualizar o software da qualidade é uma decisão técnica e estratégica que impacta diretamente na eficiência e competitividade da sua empresa. Ao fazer este investimento, as empresas garantem operações mais ágeis, maior precisão e capacidade de adaptação às exigências do mercado.
E se o seu software da qualidade falasse, pediria uma atualização?
Conhece a versão mais recente do ACCEPT?
Fale com nossa equipa e em conjunto analisamos o caminho mais adequado para melhorar o seu processo.

Autor

Patrícia Carreira
Mestre em Tecnologia e Segurança Alimentar pela FCT-UNLisboa. Realizou estágios na Chemiphar, Brugge e no grupo Lusiaves no departamento da qualidade, apoiando a implementação da IFS. Foi Responsável de Higiene e Segurança Alimentar na Panicongelados, SA e na Clara&Gema. Desempenhou funções de Customer Success na Sinmetro.
